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	<title>Escola Vínculos</title>
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		<title>Qualidade de vida: 5 dicas essenciais para você melhorar a sua</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:46:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não faz muito tempo, as pessoas mediam seu nível de satisfação pelo número de zeros na conta bancária. Atualmente, diante da dificuldade que a corrida pelo sucesso impõe, com o estresse elevado à condição de mal do século, o que as pessoas mais desejam é ter&#160;qualidade de vida. Não se trata de optar por um [&#8230;]</p>
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<p>Não faz muito tempo, as pessoas mediam seu nível de satisfação pelo número de zeros na conta bancária. Atualmente, diante da dificuldade que a corrida pelo sucesso impõe, com o estresse elevado à condição de mal do século, o que as pessoas mais desejam é ter&nbsp;<strong>qualidade de vida</strong>.</p>



<p>Não se trata de optar por um “prêmio menor”, mas de dar valor ao que realmente importa: viver num ritmo menos acelerado, preservar a saúde, desfrutar da família e amigos, sentir satisfação pelo trabalho etc.</p>



<p>Claro que nem todo mundo atingiu esse patamar, como demonstra a quantidade de gente atulhando&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/doencas-psicologicas/">consultórios médicos</a>, consumindo remédios de tarja preta e se sentindo infeliz e desconectada da realidade.</p>



<p>Porém,&nbsp;<strong>a conquista da qualidade de vida não é um objetivo inalcançável</strong>. Pode até ser bem mais simples (e esse é um adjetivo importante) do que parece. Exige, naturalmente, algumas mudanças, mas com benefícios que nos impulsionam a querer ir adiante.</p>



<p>Se você está buscando essa virada em sua rotina, aqui vão algumas dicas para melhorar a sua qualidade de vida. Anote aí:</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Pratique exercícios físicos</h2>



<p>Melhorar a qualidade de vida implica, em primeiro lugar, assumir hábitos saudáveis. Substituir uma rotina sedentária pela prática de exercícios físicos é, assim, a primeira providência de quem quer viver melhor.</p>



<p>Além dos benefícios para o corpo (controle da pressão arterial, da capacidade respiratória e dos níveis de colesterol, entre outros), uma caminhada ou corrida leve ao final do dia é excelente para recuperar o humor, espantar o estresse e arejar as ideias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Consuma alimentos saudáveis</h2>



<p>Adotar uma dieta mais equilibrada é outra atitude positiva quando se está buscando qualidade de vida. Procure diminuir o “peso” do seu prato, escolhendo alimentos saudáveis, naturais. Dê um tempo no refrigerante e nos industrializados; substitua-os por uma boa salada, frutas e um cardápio mais rico em fibras.</p>



<p>A mudança não terá impacto apenas na balança: você se sentirá mais disposto e com a autoestima lá no alto. E não se esqueça de beber muita água!</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Dedique um tempo para a família</h2>



<p>Tirar um tempo para passear com a família e brincar com os filhos é essencial para quem procura leveza e bem-estar. Pergunte-se se você realmente está tão cansado a ponto de não poder levar o filho até o playground ou caminhar com a esposa e as&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/ferias-dos-filhos/">crianças</a>&nbsp;ao fim do dia.</p>



<p>Essa medida não apenas trará alívio à sua consciência de pai atarefado&nbsp;como deixará seu dia mais alegre e o lar muito mais harmonioso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Valorize o silêncio</h2>



<p>Ter um momento para se desligar dos problemas, respirar fundo e pensar calmamente ajuda a recuperar as energias e a focar no que realmente importa. Uma caminhada solitária no parque ou à beira-mar, distante do celular, ou escolher um lugar sossegado para ler um bom livro, são atividades recomendadas.</p>



<p>Vale também se inscrever num curso de meditação ou de yoga para manter a mente tranquila. A ordem aqui é: relaxe!</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Trabalhe com algo de que você goste</h2>



<p>Essa talvez seja a dica mais difícil de adotar, mas ela é crucial para a conquista da sua qualidade de vida. De fato, a maioria dos problemas relacionados a depressão e estresse tem a ver com o lado profissional. E a queixa mais comum é: “Detesto o meu emprego!”.</p>



<p>Quando ir para o trabalho se torna um&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/esgotamento-profissional/">tormento</a>, a melhor solução é arranjar outra ocupação. O problema é que isso nem sempre é viável em curto prazo. Nesse caso, a única alternativa é tentar recuperar a satisfação perdida.</p>



<p>Você pode negociar uma nova relação de trabalho, levando em conta as possibilidades atuais de exercer funções fora do escritório, ou procurar ressignificar o seu papel na empresa, revisando seus objetivos e as razões pelas quais você, um dia, escolheu essa profissão. Quem sabe&nbsp;um&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/coaching-online/">coach</a>&nbsp;possa ajudá-lo nessa busca?</p>



<p>Falando em coaching, e no papel que ele pode exercer na sua vida profissional (e, consequentemente, em sua qualidade de vida), aqui vai uma dica bônus: leia o seguinte post e saiba&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/escolher-um-coach/">o que levar em consideração ao escolher um coach</a>. Vale muito a pena.</p>
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		<title>Meditação: o que é, como começar e quais os benefícios para a sua saúde mental</title>
		<link>https://www.escolavinculos.com.br/2021/12/29/meditacao-o-que-e-como-comecar-e-quais-os-beneficios-para-a-sua-saude-mental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para início de conversa, o que é meditação?&#160; A meditação é uma técnica ancestral com raízes orientais que tem como objetivo trazer um estado de calma, relaxamento, tranquilidade e foco à pessoa que está praticando, utilizando de métodos que envolvem postura, focalização da atenção, respiração, entre outras coisas, sendo uma técnica de fácil aprendizado e [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para início de conversa, o que é meditação?&nbsp;</strong></h2>



<p>A meditação é uma técnica ancestral com raízes orientais que tem como objetivo trazer um estado de calma, relaxamento, tranquilidade e foco à pessoa que está praticando, utilizando de métodos que envolvem postura, focalização da atenção, respiração, entre outras coisas, sendo uma técnica de fácil aprendizado e praticidade.</p>



<p>Não se configura como uma técnica religiosa ou restritiva a um grupo ou religião, além de pode ser praticada por crianças, adolescentes e adultos, de todos os gêneros, classes, corpos, sendo na verdade muito inclusiva e com vários benefícios comprovados.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios da meditação para você começar a praticar</strong></h2>



<p>Vários são os benefícios comprovados da meditação, abaixo estão listados alguns dos mais conhecidos.&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Reduz o estresse.&nbsp;</li><li>Reduz a&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/coisas-prejudicam-sua-ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>.</li><li>Reduz a depressão.</li><li>Diminui a ocorrência de pensamentos disfuncionais (pensamentos negativos, autodestrutivos, achismos sobre nós e também sobre os outros).&nbsp;</li><li>Melhora o autoconhecimento.</li><li>Melhora a qualidade do sono.</li><li>Melhora o foco e a produtividade no trabalho e também nos estudos.&nbsp;</li><li>Melhora a atenção e concentração.</li><li>Melhora a criatividade.</li><li>&nbsp;Promove a sensação de bem-estar.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Passos para iniciar a meditação&nbsp;</strong></h2>



<p>Não há segredos para começar a meditar e, na verdade, é tudo mais fácil do que parece, podendo ser adaptado para a sua realidade do dia a dia. A seguir estão listadas algumas dicas de como começar para que você tenha um momento mais prazeroso, significativo e consiga bons resultados logo na primeira tentativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>#1</em>&nbsp;– Reserve um tempo do seu dia</strong></h3>



<p>Não precisa ser um tempo muito grande, cinco minutos já podem ser suficientes para sentir os benefícios da meditação. Começar devagar é uma ótima maneira de se manter motivado a continuar, ou seja, comece com cinco minutos e vá aumentando com o tempo e com a prática.</p>



<p>Importante que o horário escolhido seja confortável para aproveitar o momento e desligar-se dos estímulos exteriores, dos problemas e das tarefas do dia a dia, focando apenas na meditação. Bons horários são a manhã, logo após acordar e começar a sua rotina e/ou a noite, antes de dormir. Siga uma rotina, ou seja, tente manter os mesmos horários para meditação todos os dias para que se torne um hábito no futuro.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>#2 –</em>&nbsp;Procure uma posição confortável&nbsp;</strong></h3>



<p>A posição que você escolher para começar a meditar é essencial. Escolha uma posição que você se sinta confortável. Relaxe os ombros, cuide da postura, fique com a coluna reta e pescoço alinhado. Pode ser sentado, em pé, deitado, o importante é que não esteja machucando, dolorido ou que esteja tirando a sua atenção do momento presente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>#3 –</em>&nbsp;Encontre um lugar calmo&nbsp;</strong></h3>



<p>Um lugar tranquilo e com o mínimo de distrações ou estímulos possíveis é o local ideal para praticar a meditação. Não precisa ser temático ou um lugar da casa feito especificamente para isso. Pode ser a sala de casa, o quarto, o jardim, o carro e até mesmo a cadeira do escritório.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>#4 –</em>&nbsp;Aprenda a controlar a respiração&nbsp;</strong></h3>



<p>Inspire profundamente pelo nariz, segure a respiração por cinco segundos e depois solte pela boca. O exercício de controle da respiração, também chamado de&nbsp;<strong>respiração diafragmática</strong>, é muito eficaz em momentos de grande&nbsp;<strong>ansiedade</strong>.</p>



<p>A respiração diafragmática consiste em respirar pelo nariz contando até cinco, segurar a respiração por três segundos e soltar a respiração contando até cinco novamente, tentado sempre esvaziar a mente dos pensamentos. Não se cobre caso os pensamentos reaparecem, apenas tente voltar a concentração para a respiração, repetindo quantas vezes for necessário.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><em>#5 –</em>&nbsp;Encontre a melhor meditação para você</strong></h3>



<p>Há vários tipos de meditação para se praticar, você pode encontrar a melhor meditação para você e também para o seu momento atual. Todas as técnicas mostram resultados positivos e são vantajosas, é preciso encontrar aquela que mais se adapta às suas necessidades e ao que você procura com a meditação. Alguns dos modelos de meditação são:&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mindfulness&nbsp;</strong></h3>



<p>Que pode ser traduzido como atenção plena, consiste em focar no momento presente, prestando atenção na sua própria respiração, nos sons da meditação ou nos movimentos do seu corpo. Essa é a meditação mais indicada para problemas de insônia e outras relacionadas ao sono.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Meditação guiada</strong></h3>



<p>Ótima opção para quem nunca praticou nenhuma meditação e quer começar. Com a meditação guiada você vai praticando através da narração e das orientações passadas pelo professor pessoalmente ou através de aplicativos próprios de meditação. Essa é uma ótima meditação para ansiedade.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mantras</strong></h3>



<p>Consiste na repetição de palavras ou frases que gerem pensamentos positivos. São ótimos para momentos de grande tensão&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Yoga</strong></h3>



<p>As posturas praticadas na yoga promovem relaxamento da mente e do corpo. Trabalhada juntamente com exercícios de respiração podem ser muito positivas. Desenvolvem a sensação de calma, autoconhecimento, autorrealização, além de ser uma ótima atividade física que trabalha força, flexibilidade e postura com respiração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Não se cobre&nbsp;</strong></h2>



<p>Primeira lição sobre a meditação, o tempo de cada um é diferente, ou seja, não é porque fulano conseguiu na primeira tentativa ou teve esse ou aquele tipo de reação e sentimento que você também terá.&nbsp;<strong>A meditação é um processo muito único e pessoal e cada um encontra a sua melhor maneira</strong>. Não existe perfeição ou certo e errado na meditação, procure sempre se sentir confortável e use esse momento para se desprender de amarras sociais.</p>



<p>Reconecte-se com você mesmo, seja amável consigo mesmo e com os seus pensamentos e continue persistindo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Importante destacar que&nbsp;<strong>a meditação não substitui a psicoterapia</strong>&nbsp;<strong>ou intervenções medicamentosas</strong>, devendo ser utilizada como mais um arsenal de possibilidades, uma ferramenta para melhoria e manutenção da saúde mental, juntamente com a psicoterapia e algumas vezes do uso de fármacos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Aplicativos para começar a meditar</strong></h2>



<p>Hoje, tudo pode ser feito de maneira on-line no conforto de sua casa. Você consegue encontrar vários modelos de meditação, mas principalmente o&nbsp;<em>mindfulness</em>&nbsp;e a meditação guiada gratuitamente no youtube. Há também aplicativos gratuitos específicos para isso, como o Meditopia e o Calm, que você consegue baixar facilmente na loja de aplicativos do seu celular.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h3>



<ol class="wp-block-list"><li><a href="https://www.artofliving.org/br-pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.artofliving.org/br-pt</a></li></ol>
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		<title>O quanto ser disléxico atrapalha a ter uma vida normal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas vezes ao conversamos sobre o que é a vida, não escutamos que “a vida é uma escola”?Tal afirmação dá o indicativo do quanto é importante estarmos abertos a aprender e do quanto o processo de aprendizagem é fundamental para uma vida harmoniosa na qual possamos modificar nossos comportamentos e expandir a mente na direção [&#8230;]</p>
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<p>Quantas vezes ao conversamos sobre o que é a vida, não escutamos que “a vida é uma escola”?Tal afirmação dá o indicativo do quanto é importante estarmos abertos a aprender e do quanto o processo de aprendizagem é fundamental para uma vida harmoniosa na qual possamos modificar nossos comportamentos e expandir a mente na direção de novas ideias e concepções.</p>



<p>A comunicação, assim como as capacidades de observar, sentir, vivenciar, interagir, falar, ler, escrever e etc. são fundamentais para que o ser humano possa adaptar-se e saiba lidar com a vida, resolvendo seus impasses e extraindo o que ela possa oferecer de bom. E todas essas habilidades estão intimamente ligadas ao processo de aprendizagem.</p>



<p>Entretanto, nem sempre tais habilidades se desenvolvem da mesma forma para todas as pessoas. É verdade que somos únicos e assim apresentamos formas diferentes de aprender e viver, mas é possível ocorrer entraves que podem atrapalhar no desenvolvimento habitual de certas capacidades, sendo esse o caso do que ocorre dos portadores da dislexia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Com a dislexia afeta a leitura e o aprendizado</h2>



<p>Ao pensarmos no ser humano, precisamos lembrar que somos seres de sociais, que a comunicação é fundamental para que possamos viver e nos desenvolver, pois é através dela que interagimos e desenvolvemos a nossa inteligência e habilidades. Dessa forma, &nbsp;a leitura é fundamental para que se possa adquirir a escrita e o desenvolvimento &nbsp;do processo comunicacional.</p>



<p>As competências de leitura e escrita se desenvolvem a partir do bom funcionamento das conexões neuronais das diferentes áreas do cérebro. O que ocorre no caso de dislexia é que a “circuitaria cerebral” não funciona da forma adequada e habitual.</p>



<p>Dessa forma, esse transtorno modifica a forma como se dá a aprendizagem das crianças, resultando em dificuldades no processo de alfabetização, reconhecimento e identificação do som, forma e características diferenciais de cada letras.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/dislexia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dislexia</a>&nbsp;também pode se manifestar em pessoas que anteriormente não possuíam dificuldades de leitura e aprendizado , mas começam a demonstrar os sintomas do transtorno após lesão do sistema nervoso central em função de patologias neurológicas ou acidentes. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">A criança com dislexia</h2>



<p>A dificuldade do reconhecimento da correspondência entre os símbolo gráficos e os fonemas, bem como na transformação de signos escritos em signos verbais, é capaz de perturbar a aprendizagem da leitura e, consequentemente, todo o caminho de aprendizado da criança disléxica.</p>



<p>Essas crianças vão precisar de um maior esforço para compreender, memorizar, interpretar e raciocinar conteúdos veiculados através da leitura e escrita, o que pode afetar outras áreas de suas vidas. Pois, o entendimento das sílabas, palavras e frases, possibilita a comunicação, a interação entre as pessoas, o desenvolvimento das inteligências e a vida em comunidade através do compartilhamento de pensamentos, ideias e mensagens</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel dos pais e professores</h3>



<p>Professores e pais precisam de orientação profissional e boa dose de paciência, carinho e aceitação dessas características apresentadas pelo aluno e filho para que possam ajudá-lo, criando um ambiente de acolhimento e incentivo.</p>



<p>A cobrança excessiva é sempre inadequada. A forma específica de aprender, faz com que a criança e a pessoa disléxica tenham a necessidade de intervenções específicas (neuropediatra, fonoaudiologia, psicologia, etc), a fim de minorar as dificuldades e tornar o aprender mais fácil e prazeroso.</p>



<p>Os entraves iniciais de aprendizado levam as crianças a desenvolver sentimentos de frustração e inadequação frente aos colegas que estão se alfabetizando com mais facilidade. Essa situação pode cristalizar problemas psicológicos que vão merecer atenção profissional especializada.</p>



<p>Portanto, ao falar de dislexia é correto afirmar que se trata de um dificuldade, e não impossibilidade, de leitura. Diferente de casos mais graves nos quais as pessoas não tem acesso ao mundo simbólico de letras e números.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Convivendo com a dislexia</h2>



<p>É importante deixar claro que o disléxico pode levar uma vida normal desde que suas dificuldades sejam identificadas, aceitas e trabalhadas. Não é benéfico utilizar o mecanismo de defesa de negação dos problemas nesses casos. O que de fato pode ajudar essas pessoas a lidarem com seus entraves, é o enfrentamento dos mesmos e isso exige coragem e determinação.</p>



<p>Sabemos de casos de pessoas, profissionais, artistas famosos e bem sucedidos que conseguem viver e realizar conquistas convivendo com a dislexia. Temos os exemplos do diretor de filmes Steven Spielberg, a cantora Cher, os atores Tom Cruise, Whoopi Golberg e Felipe Titto. Há indícios de que até mesmo o genial cientista Albert Einstein era portador de dislexia.</p>



<p>Em todos esses casos, temos histórias de vida marcadas pelo enfrentamento corajoso das dificuldades que levam cada pessoa e cada família a buscar os caminhos da superação.</p>
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		<title>Conheça Daniel Goleman e seu livro Inteligência Emocional</title>
		<link>https://www.escolavinculos.com.br/2021/12/29/conheca-daniel-goleman-e-seu-livro-inteligencia-emocional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de&#160;inteligência emocional&#160;tem sido bastante discutido há algum tempo — e é provável que você já tenho ouvido falar sobre ele. As emoções são parte essencial de seu&#160;desenvolvimento pessoal&#160;e, por isso, saber como usá-las a seu&#160;favor é um grande passo para aprimorar a sua inteligência e o&#160;autoconhecimento. Daniel Goleman, renomado psicólogo norte-americano, foi o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.escolavinculos.com.br/2021/12/29/conheca-daniel-goleman-e-seu-livro-inteligencia-emocional/">Conheça Daniel Goleman e seu livro Inteligência Emocional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.escolavinculos.com.br">Escola Vínculos</a>.</p>
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<p>O conceito de&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/inteligencia-emocional/">inteligência emocional</a>&nbsp;tem sido bastante discutido há algum tempo — e é provável que você já tenho ouvido falar sobre ele. As emoções são parte essencial de seu&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/processo-de-coaching/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desenvolvimento pessoal</a>&nbsp;e, por isso, saber como usá-las a seu&nbsp;favor é um grande passo para aprimorar a sua inteligência e o&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/importancia-do-autoconhecimento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoconhecimento</a>.</p>



<p>Daniel Goleman, renomado psicólogo norte-americano, foi o responsável pela popularização dessa ideia: seu livro “Inteligência Emocional”, de 1995, vendeu mais de 5 milhões de exemplares pelo mundo.</p>



<p>Neste artigo&nbsp;você encontrará as ideias mais importantes disseminadas nessa obra de Goleman, conhecerá um pouco de sua biografia e também verá algumas dicas para colocar seus ensinamentos em prática e se tornar uma pessoa bem-sucedida.</p>



<p>Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem é Daniel Goleman?</h2>



<p>Nascido em março de 1946&nbsp;no interior da Califórnia (EUA), o também escritor e jornalista cursou seu PhD na Universidade de Harvard, onde&nbsp;foi professor.</p>



<p>Durante 12 anos, trabalhou como&nbsp;colunista para o The New York Times na seção de comportamento e de ciências do cérebro e&nbsp;editou a revista Psychology Today. Atualmente, realiza palestras para grupos profissionais pelo mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais conceitos do&nbsp;livro?</h2>



<p>Um dos dados mais interessantes apresentados por Goleman é o fato de&nbsp;o QI (Quociente Intelectual) ter&nbsp;uma participação de apenas 20% no sucesso de uma pessoa.</p>



<p>Os 80% restantes estão ligados a fatores relacionados à inteligência emocional — que é a capacidade que se&nbsp;tem de identificar suas próprias emoções, bem como os sentimentos daqueles que o cercam.</p>



<p>Saber como gerir bem nosso lado emocional é o grande segredo para levar uma vida mais equilibrada e obter o tão sonhado sucesso profissional. O QI e o QE (quociente emocional) não são conceitos opostos, mas são habilidades que geralmente funcionam de maneira separada.</p>



<p>Você pode ser bem-sucedido no trabalho e ter péssimos relacionamentos pessoais, por exemplo. Além disso, o autor ressalta as 5 características emocionais em sua obra:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>controle emocional;</li><li>autoconsciência;</li><li>automotivação;</li><li>reconhecimento das emoções em outras pessoas;</li><li>relacionamentos interpessoais.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como colocar a inteligência emocional em prática?</h2>



<p>Acredite, todo ser humano é capaz de se desenvolver e se tornar uma pessoa melhor em todas as áreas de sua vida. Veja, agora, alguns passos para aplicar esses ensinamentos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conheça suas emoções</h3>



<p>Essa é a chave para o seu desenvolvimento. Reconheça seus sentimentos e não os ignore, pois, assim, você terá mais controle sobre sua vida. Quando&nbsp;estiver muito&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/crise-nervosa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">irritado</a>, por exemplo, saia para dar uma volta e esfriar a cabeça em vez de ficar preso a uma discussão levada pela emoção e que só trará ainda mais aborrecimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acredite em si mesmo</h3>



<p>Ao saber gerir seus sentimentos e direcionar sua energia para a realização de um objetivo, você conseguirá se sentir mais motivado para&nbsp;seguir em frente. Não duvide de seu potencial, você já tem todas as ferramentas necessárias para o seu crescimento, basta saber como usá-las.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pratique a empatia</h3>



<p>Colocar-se no lugar do outro também é uma excelente maneira de ter autoconhecimento e de se tornar mais flexível e paciente. Além disso, seus relacionamentos passarão a ser mais sadios, pois muitos conflitos serão evitados.</p>



<p>Como é possível perceber, o autoconhecimento é essencial para levar uma&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vida mais saudável</a>&nbsp;e ter sucesso em sua carreira.&nbsp;Porém, é uma tarefa que exigirá muita paciência, persistência e dedicação de sua parte.</p>



<p>O desenvolvimento da inteligência emocional envolve a construção de novos hábitos de comportamento e novas maneiras de pensar — nós&nbsp;sabemos que isso é bastante difícil, não é mesmo?</p>



<p>Portanto, procurar ajuda profissional é um grande passo para que sua jornada seja mais equilibrada e obtenha resultados mais efetivos. Então,&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/sobre-nos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entre em contato conosco</a>&nbsp;para saber como podemos ajudar você a encontrar um psicólogo bem qualificado. Estamos prontos para atendê-lo!</p>
<p>O post <a href="https://www.escolavinculos.com.br/2021/12/29/conheca-daniel-goleman-e-seu-livro-inteligencia-emocional/">Conheça Daniel Goleman e seu livro Inteligência Emocional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.escolavinculos.com.br">Escola Vínculos</a>.</p>
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		<title>Ser ou postar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser ou ter não tem sido uma questão. A pauta moderna é a preocupação em mostrar aos outros um mundo baseado no ideal de satisfazer os padrões. Ser ou postar? Vivenciar ou gravar? A ascensão social que a internet nos apresenta diariamente faz com que as pessoas sejam marionetes pela busca de aceitação. Há pessoas [&#8230;]</p>
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<p>Ser ou ter não tem sido uma questão. A pauta moderna é a preocupação em mostrar aos outros um mundo baseado no ideal de satisfazer os padrões. Ser ou postar? Vivenciar ou gravar?</p>



<p>A ascensão social que a internet nos apresenta diariamente faz com que as pessoas sejam marionetes pela busca de aceitação. Há pessoas que assistem a shows ao vivo presencialmente, porém, através da tela. Afinal, se não for gravado, como os outros vão saber que eu estive “presente”?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O culto à aparência</h2>



<p>Através das<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/checar-as-redes-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;redes sociais</a>, o culto à aparência está relacionado com a necessidade de aceitação, mas isso pode ser um reflexo de inseguranças e outras questões, como pode ser também uma armadilha perfeita para que você se sinta mal consigo mesmo por não ter a vida que os outros mostram.</p>



<p>Mas, por que é tão relevante e fundamental para você a validação dos outros? Será que atender às demandas dos outros para obter aceitação te faz bem? Será que as redes sociais geram dependências de aceitação? Mas, afinal, aceito pelo quê? Ser aceito por quem?</p>



<p>A aceitação e curtidas em redes sociais não garante o reconhecimento dos seus potenciais e valores próprios. Nesse movimento de buscar o outro para validar-se, podemos nos submeter a situações desconfortáveis, fazer coisa que normalmente não faríamos para obter a satisfação de ser aceito, pertencente e querido pelos outros.&nbsp;</p>



<p>Por meio dessas redes, as pessoas fazem correntes e desafios para postar e receber curtidas e, consequentemente, para ser aceitas. Quando um famoso comenta, aquilo vira um print que é repostado e esse famoso exaltado.</p>



<p>Sem mencionar que as informações podem ser manipuladas, as chamadas&nbsp;<em>fake news</em>. Um exemplo simples é quando passageiros fazem&nbsp;<em>check-in</em>&nbsp;em aeroportos, quando na verdade estão saindo de rodoviárias. Postam fotos em lugares que nunca estiveram, etc.</p>



<p>Em 2017, a ministra da saúde francesa Marisol Touraine afirmou que “Expor jovens a imagens normativas e irrealistas leva a uma sensação de auto depreciação e de baixo autoestima, que pode afetar comportamentos relacionados à saúde.”. O contexto dessa afirmação se deu quando o governo francês estabeleceu que imagens retocadas teriam “alerta de photoshop”.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Saúde mental em questão</h2>



<p>Há algum tempo o Instagram retirou o número de likes das postagens na tentativa de amenizar os efeitos negativos e aumentar a autenticidade das postagens. Por ser uma rede social focada na imagem, é considera como a pior rede para a saúde mental segundo pesquisa feita pelo Ryal Society for Public Health.</p>



<p>A pesquisa aponta que as imagens podem gerar sentimentos de inadequação à vida perfeita,&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/passeando-pela-ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;por curtidas e&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/depressao-adolescencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a>&nbsp;nos jovens.&nbsp;</p>



<p>Fica evidente que não é um problema que poucas pessoas enfrentam. A ativista Jean Kilbourne, autora do livro “Deadly Persuasion: Why Women and Girls Must Fight the Power of Advertising” (Persuasão mortal: Por que as mulheres e as meninas devem combater o poder viciante da publicidade, em tradução livre e sem edição em português), disse: “Os anúncios vendem mais do que produtos. Eles vendem valores, vendem imagens, vendem conceitos de amor e sexualidade, de sucesso e, talvez o mais importante, de normalidade. Em grande medida, nos dizem quem somos e quem devemos ser”.</p>



<p>Vale mencionar ainda que a exposição demasiada na internet, pode sim ser prejudicial. Podemos citar exemplos corriqueiros como enviar uma imagem em um grupo que não deveria, como também em uma complexidade maior, em casos onde outros usuários podem utilizar informações contra você, uma foto pode revelar os lugares que você frequenta, seus bens, seus interesses e aparentemente a sua privacidade.&nbsp;</p>



<p>Uma pergunta que lhe pode ser útil nesse processo de reconhecimento, sem estar atrelado ao que o outro vai achar é: quem estabelece o padrão do que pode ou não ser aceito?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Devemos então para de usar as redes sociais?</h2>



<p>Ressalto ainda que não é a ideia deste recomendar que se pare&nbsp;de usar as redes sociais, mas sim propor uma reflexão sobre a tirania imposta pelas redes sociais e o culto à aparência. Gostaria que você leitor, olhasse um pouco para si de forma mais atenda e cuidadosa, identifique suas próprias demandas, vista-se para si, use as redes de forma consciente.</p>



<p>Com essa tentativa pretende-se fazer com que você veja sua beleza interior e se desvincule do que os outro vão achar, dos números de curtidas e comentários que só tem sentido para o marketing e não para a promoção de bem-estar.&nbsp;</p>



<p>Desta forma, uma saída pode ser a busca pelo&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/praticando-o-autoconhecimento/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autoconhecimento</a>, pois é possível sim refletir sobre a necessidade de ser aceito, ser ouvido sem ser julgado, falar sobre dificuldades e possíveis falhas sem se sentir culpado.</p>



<p>Através de uma terapia, por exemplo, sendo que o processo de&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/o-que-e-psicoterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">psicoterapia</a>&nbsp;pode ser essa alternativa para dialogar sobre esses diversos modos de ser no mundo, de forma ética, sigilosa e científica. Construindo uma independência emocional para se livrar da validação alheia. Estabelecendo um dialogo que qualifica em primeiro lugar a própria aceitação para que depois possa identificar os grupos que o aceite como você é e não o contrário.&nbsp;</p>



<p>Olá, me chamo Fabiano de Melo Ferreira, sou psicólogo clínico e se você gostou deste texto, venha conhecer um pouco mais sobre meu trabalho. De uma forma geral trabalho com foco no desenvolvimento emocional, pois grande parte do processo de psicoterapia diz respeito à forma como a pessoa se percebe e lida com seus sentimentos e emoções diante de frustrações, por exemplo, se a opinião dos outros tem valor, de que forma ocorre os relacionamentos interpessoais, familiares e trabalhistas, como são as expetativas para o futuro entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Referências:&nbsp;</strong></h3>



<p>BOTARI, M V ‘A necessidade de aceitação’, Psicoterapia, Janeiro de 2014. Disponível em:&nbsp;<a href="http://www.psicoterapia-sp.com.br/2014/01/a-necessidade-de-aceitacao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.psicoterapia-sp.com.br/2014/01/a-necessidade-de-aceitacao.html</a>/</p>



<p>Tutinicola ´só se fala em uma ciosa: o fim dos likes no instagram´, Julho de 2019. Disponível em:&nbsp;<a href="https://medium.com/@tutinicola/s%C3%B3-se-fala-em-uma-coisa-o-fim-dos-likes-no-instagram-11b8d6121d08/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://medium.com/@tutinicola/s%C3%B3-se-fala-em-uma-coisa-o-fim-dos-likes-no-instagram-11b8d6121d08/</a></p>



<p>Autor desconhecido, ´Facebook – o porquê da carência das redes sociais´, 30 de out de 2014. Disponível em:&nbsp;<a href="https://blogporquedascoisas.wordpress.com/2014/10/30/facebook-o-porque-da-carencia-nas-redes-sociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://blogporquedascoisas.wordpress.com/2014/10/30/facebook-o-porque-da-carencia-nas-redes-sociais/</a></p>



<p>Nalina Eggert&nbsp; ´Publicações francesas terão ´alerta Photoshop´em imagens retocadas´´, Setembro de 2017. Disponível em:&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-41452985/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.bbc.com/portuguese/internacional-41452985/</a></p>
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		<title>Você sabe o que é trauma? Saiba quais são os sintomas e o tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os dias pessoas do mundo inteiro sofrem de traumas repentinos e inesperados – um ferimento ou choque sério no corpo ou na mente causado por violência ou um acidente. Sabe-se que viver é correr riscos. Estima-se que 90% da população mundial já sofreu um evento potencialmente traumático ao longo da vida. Superar a situação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todos os dias pessoas do mundo inteiro sofrem de traumas repentinos e inesperados – um ferimento ou choque sério no corpo ou na mente causado por violência ou um acidente.</p>



<p>Sabe-se que viver é correr riscos. Estima-se que 90% da população mundial já sofreu um evento potencialmente traumático ao longo da vida. Superar a situação adversa ou ficar marcado por ela é o limiar entre uma&nbsp;<strong>situação de estresse e o trauma</strong>&nbsp;que está na raiz de diversos&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/procurar-um-psicologo/">transtornos psicológicos</a>.</p>



<p>Os&nbsp;<strong>traumas psicológicos</strong>&nbsp;podem obscurecer ou mesmo impedir o bem-estar de acordo com a realidade subjetiva de cada indivíduo.&nbsp;<strong>Qual a reação das pessoas quando algo terrível acontece? E o que é trauma?</strong></p>



<p>Cada pessoa tem sua própria forma de reagir a situações de risco de vida ou experiências inesperadas. Um determinado indivíduo que passa por uma situação traumática pode sentir medo e ficar impressionado, enquanto outra pessoa que passa pela mesma experiência pode sentir-se chocado e agradecido por estar vivo; portanto, as reações podem variar muito de pessoa para pessoa. &nbsp;</p>



<p>Os indivíduos possuem determinada capacidade singular de lidar com os eventos estressantes da vida. Quando diante de eventos de grande impacto psicológico, maiores do que a capacidade de suportar, surge o que chamamos de trauma.&nbsp;</p>



<p>Cada pessoa tem um limite diferente frente a um evento. O que pode gerar trauma para um, pode não gerar em outro. &nbsp;O fato de ser vítima de um evento estressante, que surge repentinamente, de maneira fortuita, também pode ser um fator de agravamento de um trauma.</p>



<p>Para um grande número de pessoas, as reações a eventos traumáticos são completamente normais, temporárias e desaparecem com o tempo. Mas quando isto não ocorre, surge o&nbsp;<strong>trauma!</strong></p>



<p>E o que é o&nbsp;<strong>trauma psicológico</strong>? O que ele difere do&nbsp;<strong>Estresse pós-traumático</strong>?</p>



<p>O objetivo do presente artigo é esclarecer os conceitos de Trauma Psicológico, sintomas, tratamentos, diferença do Estresse pós-traumático e consequências.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é trauma?</h2>



<p>A partir da vivência de uma experiência&nbsp;dolorosa, forma-se no indivíduo o que podemos chamar de memória traumática. Essa lembrança se&nbsp;caracteriza&nbsp;pela soma de emoções, imagens, sons&nbsp;e&nbsp;todos os sentimentos vivenciados a partir da ocorrência&nbsp;do trauma.</p>



<p>O acesso à&nbsp;memória traumática se dá por meio de&nbsp;situações&nbsp;que façam o indivíduo reviver qualquer um dos sentimentos relacionados a ela. Isso acaba configurando uma série de gatilhos que culminam na&nbsp;angustiante sensação de volta à experiência do trauma.</p>



<p>O conceito de trauma surge da palavra grega<strong><em>&nbsp;τρα</em></strong><strong><em>ῦ</em></strong><strong><em>μα</em></strong>&nbsp;que significa “ferida”, e em Psicologia compreende-se o trauma como algo que tem origem no exterior, num acontecimento externo, mas que apresenta repercussão em nível interno, que é o nível do funcionamento psíquico.</p>



<p>A Associação Americana de Psiquiatria&nbsp;<strong>define trauma</strong>&nbsp;como:</p>



<p>“(…) a experiência pessoal de um acontecimento que envolve a morte ou ameaça de morte ou ferimento grave, ou ameaça à integridade física; ou testemunhar um acontecimento que envolve a morte, ferimento ou ameaça à integridade de outra pessoa; ou ter conhecimento de uma morte inesperada ou violenta, ferimento grave ou ameaça de morte ou doença grave num familiar ou amigo próximo (…). A resposta da pessoa ao acontecimento tem de envolver medo intenso, impotência ou horror (…)” (DSM, p. 424).</p>



<p><strong>Na descrição do DSM-IV, temos:</strong></p>



<p>Os eventos traumáticos que são vivenciados diretamente, tais como: combate militar, agressão pessoal violenta (ataque sexual, ataque físico, assalto à mão armada, roubo), sequestro, ser tomado como refém, ataque terrorista, tortura, encarceramento como prisioneiro de guerra ou em campo de concentração, desastres naturais ou causados pelo homem, graves acidentes automobilísticos ou receber o diagnóstico de uma doença que traz risco de vida (DSM, p. 449).</p>



<p>O acontecimento traumático foi definido como algo que ultrapassa a usual experiência humana. A constatação de que os episódios de ameaça à vida não são uma experiência rara levou à exclusão da raridade na definição de trauma (DSM).</p>



<p>A maioria das pessoas consideram que trauma é algo gerado por situações onde a vida de alguém está ameaçada, como num acidente de carro, um assalto, violência sexual, morte de alguém querido,&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/sindrome-do-panico/">crises de pânico</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/ansiedade/">ansiedade</a>, etc.</p>



<p>Isso é verdade, entretanto, por incrível que pareça, os maiores traumas são causados pelas pessoas que amamos. Essas pessoas podem ser nossos pais, nossos maridos e esposas, amigos e parentes. Na realidade, isso acontece, porque ninguém imagina ser traído ou maltratado por alguém que se ama e espera ser amado. &nbsp;</p>



<p>Outra característica desses traumas é que ao contrário de um trauma único, como um acidente de carro por exemplo, normalmente eles acontecem diversas vezes. Temos aí um trauma de desenvolvimento ou uma situação poli-traumática.</p>



<p>O conceito&nbsp;<strong>de trauma psíquico</strong>&nbsp;é entendido como decorrente de um acontecimento que abalou de tal forma o indivíduo, que provocou modificações consideráveis no seu modo de funcionamento psíquico.</p>



<p>Esta delimitação do conceito introduz a problemática da tensão entre o que é interno e o que é externo no trauma, uma tensão entre aquilo que resulta do acontecimento e o que resulta da experiência subjetiva do indivíduo.</p>



<p>Um acontecimento só deve ser considerado traumático quando representa uma ameaça para a vida ou segurança de uma pessoa e ultrapassa em intensidade as ocorrências comuns, deixa usualmente o indivíduo desesperado e sem saber o que se deve fazer.</p>



<p>Para compreender o acontecimento traumático é preciso conhecer não só o acontecimento em si que ocasionou o trauma, como também quais as modificações internas que ocorreram no indivíduo.</p>



<p>É fundamental compreender por que determinado evento tornou-se traumático para um determinado indivíduo, e como o mesmo – foi ou não – digerido pelo seu aparelho psíquico.</p>



<p>Na perspectiva da&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/terapia-cognitivo-comportamental/">Psicologia cognitivo-comportamental</a>, considera-se traumático um evento que provoca no indivíduo a sensação de incapacidade para responder ao tamanho desse acontecimento; e portanto, entender que cada indivíduo apresenta diferentes reações ao trauma.</p>



<p>Infelizmente, todas as pessoas podem sofrer traumas psicológicos,&nbsp;<strong>estes traumas podem ser</strong>&nbsp;provocados por assaltos, acidentes, perdas, violência sexual, rompimentos de relacionamentos, demissões e outros.</p>



<p>Ao tratar de traumas psicológicos, é preciso sempre levar em conta que cada pessoa reage de uma forma diferente frente às experiências positivas e negativas. A questão é que determinadas situações ruins despertam as lembranças de ocasiões igualmente ruins que aconteceram no passado.</p>



<p>Traumas psicológicos são&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/equilibrio-emocional/">sequelas emocionais</a>, deixadas por uma experiência que causou imensa dor e sofrimento ao traumatizado, tal experiência (também chamada de evento traumático) é de tal magnitude que afetam profundamente o comportamento, pensamento e sentimentos do indivíduo, e este, por sua vez, fará de tudo para evitar reviver ou relembrar qualquer fato ligado ao que lhe causou traumatizou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fatores que aumentam a probabilidade de trauma:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Um ambiente instável ou inseguro.</li><li>A separação de um pai e/ou mãe.</li><li>Doença grave.</li><li>Procedimentos médicos invasivos.</li><li>Abuso verbal, física ou sexual.</li><li>Violência doméstica.</li><li>Negligência.</li><li>Assédio moral.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas dos traumas psicológicos</strong></h2>



<p><strong>Físicos:</strong>&nbsp;úlceras, palpitações, dor no coração, hipertensão, alergias, enxaqueca, fibromialgia, síndrome do intestino irritável, síndrome da fadiga crônica.</p>



<p><strong>Psíquicos:</strong>&nbsp;irritabilidade, ansiedade, agressividade.</p>



<p><strong>Sociais:</strong>&nbsp;queda de produtividade no trabalho, conflitos entre os familiares e amigos, tendência ao isolamento, apatia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Outros Sintomas de traumas psicológicos</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Revivência do trauma nos sonhos ou nos pensamentos durante o momento de vigília (momento em que o indivíduo encontra-se acordado).</li><li>Evitação de situações que possam lembrar o evento traumático.</li><li>Hiperexcitação (estado de agitação constante). Resposta de sobressalto exagerada (sustos exagerados por motivos banais).</li><li>Dificuldades em dormir.</li><li>Irritabilidade ou surtos de raiva.</li><li>Isolamento ou afastamento do convívio social.</li><li>Hipervigilância (como se algo estivesse sempre espreitando para atacá-lo).</li><li>Desinteresse pelo próprio futuro (trabalho, estudo, casamento).</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Outros sintomas associados aos traumas:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Depressão.</li><li>Ansiedade.</li><li>Dificuldade de concentração e aprendizagem.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Eventos considerados traumáticos:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Agressões físicas.</li><li>Assaltos.</li><li>Estupros.</li><li>Guerras.</li><li>Violência sexual.</li><li>Maus tratos e outros.</li></ul>



<p>Ao contrário do que se acreditava, as pesquisas recentes apontam que não existem fatores traumáticos universais, isso porque cada pessoa compreende e percebe a realidade de forma muito particular, sendo assim o que é entendido como traumático para alguém pode não ser para outro.</p>



<p>Os traumas&nbsp;<strong>estão na raiz de diversos transtornos psíquicos</strong>&nbsp;e endocrinológicos, que vão desde a depressão até a dependência química, passando pela obesidade, Síndrome do Pânico e pelo Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).</p>



<p>O fato é que muitas vezes, depois de um trauma psicológico intenso, a pessoa simplesmente não consegue voltar ao seu estado psicológico habitual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Entre os fatores que podem dificultar o processo de recuperação psicológica estão</strong>:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>A idade.</li><li>A intensidade e o tempo de duração da experiência.</li><li>A sensação de impotência que a pessoa sentiu.</li><li>O significado que essa experiência teve na história de vida dessa pessoa.</li><li>Os sentimentos que o evento provocou: medo, pavor, raiva, angústia, nojo.</li></ul>



<p><strong>Não se isole</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Após um trauma você pode querer se esconder das outras pessoas. O isolamento pode tornar as coisas piores. Estar frente a outras pessoas pode ajudar. Portanto se esforce para&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/manter-um-relacionamento/">manter seus relacionamentos e evite ficar muito tempo sozinho.</a></li><li>Você não precisa necessariamente falar sobre o trauma. Na verdade, para algumas pessoas falar pode até mesmo piorar as coisas, para essas pessoas o conforto pode vir por meio do sentimento de envolvimento e aceitação dos outros. Caso não esteja conseguindo, procure um psicólogo para te ajudar.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Procure ajuda psicológica quando:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Estiver tendo problemas funcionais em casa ou no trabalho.</li><li>Sofrer com medos, ansiedade ou depressão.</li><li>Percebe-se incapaz de formar relacionamentos próximos e satisfatórios.</li><li>Quando se passa por terríveis lembranças, pesadelos ou flashbacks.</li><li>Quando se evita coisas, lugares ou pessoas que o fazem lembrar do trauma.</li><li>Está emocionalmente dormente e distante dos outros.</li><li>Está usando álcool ou drogas para se sentir melhor.</li></ul>



<p>O tipo mais comum de doenças diretamente&nbsp;<strong>vinculadas aos traumas</strong>&nbsp;é o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT).</p>



<p>Os eventos traumáticos, além do TEPT, podem desencadear diferentes transtornos psiquiátricos como: depressão, abuso de substâncias psicoativas e transtorno de ansiedade generalizada.</p>



<p>Você conhece o Transtorno do Estresse Pós-Traumático?</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)</strong></li></ul>



<p>Observa-se que o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) não afeta apenas quem passou por uma catástrofe, guerra e ou situações semelhantes. Todo mundo passa por momentos de medo, mas para quem sofre de transtorno de estresse pós-traumático, o&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/medo-e-ansiedade/">pavor assume vida própria.</a></p>



<p>Como compreender e tratar pacientes que foram vítimas de episódios violentos, como estupro, assalto, sequestro? Quais as consequências psicológicas desses eventos?</p>



<p><strong>O transtorno de estresse pós-traumático é causado pela exposição a um evento como:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Combates militares.</li><li>Crimes violentos e agressões físicas.</li><li>Desastres naturais como: tornados, inundações e terremotos.</li><li>Acidentes sérios como: incêndios em casa ou batidas de carro.</li><li>Estupros e agressões sexuais.</li><li>Existe uma relação dose-resposta entre o trauma e o transtorno de estresse pós-traumático, o que significa que severidade, duração e proximidade da exposição ao trauma podem influenciar o desenvolvimento ou não dos sintomas.</li></ul>



<p>As pessoas com TEPT já passaram por situações que a maioria de nós nem consegue imaginar. É verdade que cada um se recupera de traumas de modo diferente, mas no caso de quem tem TEPT, o estresse se prolonga e atrapalha a vida diária.</p>



<p>É como se sua resposta “lutar ou fugir” nunca se desligasse. Assim, essas pessoas são obrigadas a fazer adaptações em suas rotinas diárias. O TEPT é uma condição complexa que muitos não compreendem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outros fatores de risco do TEPT, incluem:</strong></h2>



<p><strong>Personalidade:</strong>&nbsp;características de personalidade limítrofe, antissocial, dependente e paranoica estão associadas a transtorno de estresse pós-traumático. Pessoas com essas características tendem a ser emocionalmente reativas e agitadas em situações estressantes, e levam mais tempo para se recuperarem de experiências negativas.</p>



<p><strong>Controle percebido:</strong>&nbsp;se você tem um locus externo de controle, acredita que não tem poder sobre as coisas que acontecem com você, isso pode fazer com que seja mais difícil lidar com estresse, aumentando a vulnerabilidade pós-trauma.</p>



<p><strong>Apoio social:</strong>&nbsp;se você não tem laços familiares e sociais fortes, ou não os construiu durante a infância, então é muito mais provável que desenvolva transtorno de estresse pós-traumático.</p>



<p><strong>Doença mental:</strong>&nbsp;se você tem um histórico de depressão, ansiedade, transtorno bipolar ou de abuso de substâncias, ou tem um parente com depressão, então é mais provável que desenvolva transtorno de estresse pós-traumático depois de um evento traumático.</p>



<p><strong>Eventos da vida:</strong>&nbsp;eventos estressantes da vida, como por exemplo morte na família, divórcio ou a perda de um emprego, podem causar traumas e aumentar o risco de desenvolver transtorno de estresse pós-traumático.</p>



<p>Peter Levine em seu trabalho na área de Somatic Experiencing (SE), afirma que o trauma tem causa fisiológica, encontra-se em nosso sistema nervoso e assinala que os seus efeitos podem ser superados. &nbsp;</p>



<p>“Os sintomas traumáticos não são causados pelo acontecimento desencadeador em si mesmo<strong>. Eles vêm do resíduo de energia que não foi resolvido e descarregado</strong>; esse resíduo permanece preso no sistema nervoso, onde pode causar danos ao corpo e espírito”. (LEVINE, 2010)</p>



<p>Numa grande situação de risco ou traumática,&nbsp;<strong>o nosso cérebro é inundado</strong>&nbsp;pelo excesso de informações produzidas pelo evento traumático, ele precisa de mais tempo para ser processado e voltar ao estado de relaxamento.</p>



<p>Os sintomas desencadeantes dessas situações traumáticas são desestruturantes e avassaladores, quando não tratados adequadamente e a tempo.</p>



<p>Quando a&nbsp;<strong>resposta de luta ou fuga é ativada</strong>, os batimentos cardíacos e a respiração aumentam, o sangue é retirado das atividades não essenciais (como a digestão) e direcionado para dentro dos músculos para nos preparar para fugir – e os hormônios, como a adrenalina e o cortisol, inundam nosso corpo, preparando-o para uma reação física.</p>



<p>Tornamo-nos mais alertas e hipersensíveis ao nosso ambiente, podemos até imaginar outras potenciais ameaças que não estavam lá antes. Um círculo vicioso pode se formar quando vemos tudo através desse filtro de perigo. O medo pode se tornar constante.</p>



<p>E enquanto os seus&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/automutilacao/">ferimentos físicos</a>&nbsp;podem ser, usualmente, curados pelo próprio corpo, o que é deixado para trás é normalmente o pior –&nbsp;<strong>uma lesão emocional</strong>, às vezes não detectada, que causa um efeito psicológico duradouro ou, até mesmo, neuroses no paciente.</p>



<p>Ansiedade, depressão e um contínuo sentimento de doença, mesmo pesadelos e alucinações – todos estes podem ser as consequências de uma situação ou evento que causou aflição. Essa consequência do Trauma é chamada de transtorno de estresse pós-traumático – TEPT.</p>



<p>O estresse pós-traumático é um transtorno psicológico que provoca medo excessivo após situações muito chocantes, assustadoras ou perigosas, como participar numa guerra, ser raptado, assaltado ou sofrer de violência doméstica, por exemplo.</p>



<p>Além disso, em alguns casos, o transtorno também pode acontecer devido a uma alteração repentina na vida, como perder alguém muito próximo. O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) se classifica como um transtorno de ansiedade que ocorre após exposição a eventos traumáticos na vida do sujeito.</p>



<p>Embora o medo seja uma reação normal do corpo durante e logo após este tipo de situações, o estresse pós-traumático causa um medo constante durante as atividades diárias, como ir às compras ou estar em casa sozinho vendo televisão, mesmo quando não existe nenhum perigo aparente.</p>



<p>O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais em decorrência de o portador ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que, em geral, representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros.</p>



<p>Quando se recorda do fato, ele revive o episódio, como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento que o agente estressor provocou. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas de alguém que está com Estresse Pós-Traumático</strong></h2>



<p><strong>a) &nbsp;Sintomas de revivescimento</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ter lembranças intensas sobre a situação que provocam aumento do batimento cardíaco e transpiração excessiva;</li><li>Estar constantemente com pensamentos assustadores;</li><li>Ter pesadelos frequentes.</li></ul>



<p>Este tipo de sintomas pode surgir após um sentimento específico ou após observar um objeto ou ouvir alguma palavra que esteve relacionada com a situação traumática.</p>



<p><strong>b) Sintomas de agitação</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sentir-se frequentemente tenso ou nervoso;</li><li>Ter dificuldade para dormir;</li><li>Ser facilmente assustado;</li><li>Ter explosões de raiva.</li></ul>



<p><strong>Obs.:</strong>&nbsp;Estes sintomas sendo frequentes, não sendo provocados por nenhuma situação específica, podem afetar algumas atividades básicas como dormir ou concentrar-se numa tarefa.</p>



<p><strong>c) &nbsp;Sintomas de evitamento</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Evitar ir em locais que lembram a situação traumática.</li><li>Não utilizar objetos que estão relacionados com o evento traumático.</li><li>Evitar pensar ou falar no que aconteceu durante o evento.</li><li>Geralmente, este tipo de sintomas provoca alterações na rotina diária da pessoa, que deixa de fazer atividades que fazia anteriormente, como utilizar o ônibus ou o elevador, por exemplo.</li></ul>



<p><strong>d) &nbsp;Sintomas de humor alterado</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ter dificuldade para lembrar vários momentos da situação traumática.</li><li>Sentir menos interesse por atividades agradáveis, como ir à praia ou sair com os amigos.</li><li>Ter sentimentos distorcidos como, sentir-se culpado pelo que aconteceu.</li><li>Ter pensamentos negativos sobre si mesmo.</li></ul>



<p>Os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático são frequentemente debilitantes e interferem na capacidade da pessoa trabalhar, frequentar a escola e ter relacionamentos significativos.&nbsp;<strong>Se não forem tratados, podem tornar-se tão graves que a pessoa</strong>&nbsp;pode tentar inclusive o&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/baleia-azul/">suicídio</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como confirmar o diagnóstico do TEPT</strong></h2>



<p>Para confirmar a existência de estresse pós-traumático é recomendado consultar um psicólogo e um psiquiatra, para juntos esclarecerem os sintomas e iniciar o tratamento adequado, se necessário. No entanto, é possível suspeitar desse transtorno quando ao longo de um mês, surge pelo menos um sintoma de revivescimento e de evitamento, assim como dois sintomas de agitação e de humor.</p>



<p><strong>Como é feito o tratamento do TEPT</strong></p>



<p>O tratamento do estresse pós-traumático deve ser sempre orientado e avaliado por multiprofissionais como o psicólogo e o psiquiatra.&nbsp;Geralmente combina medicação e psicoterapia para apoiar o paciente no momento de necessidade e melhorar a capacidade de enfrentar o mundo ao seu redor.</p>



<p>O tratamento precisa ser individualizado para ajudar cada pessoa a superar os seus medos e aliviar os sintomas que vão surgindo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Conclui-se que a percepção de um indivíduo é decisiva na qualidade de sua interação com o ambiente, assim, investigações sobre os processos perceptivos são de extremo interesse à compreensão de como&nbsp;<strong>o trauma é configurado</strong>.</p>



<p><a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/orientacao-psicologica/"><strong>Psicoterapias</strong></a>&nbsp;mostram ótimos resultados no tratamento de traumas, ajudam o paciente a compreender e a ressignificar &nbsp;as experiências traumáticas.</p>



<p>Observou-se que a vivência traumática está intimamente relacionada não só com o evento em si, mas também com a subjetividade do indivíduo percebe-se que há interação entre a personalidade do indivíduo e o trauma, sugere-se que mente e cérebro não sejam sinônimos, indicando o valor terapêutico de uma psicoterapia.</p>



<p>Não realizar um tratamento adequado para um trauma psicológico pode fazer com que o indivíduo tenha dificuldades nos relacionamentos interpessoais por toda a vida. Isso pode trazer consequências desagradáveis, como um nível exagerado de desconfiança que pode afetá-lo no âmbito pessoal, social e profissional. A &nbsp;melhor indicação é a Psicoterapia.</p>



<p>Busque ajuda da Psicóloga para o tratamento. O Psicoterapeuta ajuda o paciente a desenvolver mecanismos de manejo das crises, na ressocialização e dessensibilização das coisas que lembram o trauma.</p>



<p>A psicóloga está aqui para ajudar. Faça contato, entre no consultório virtual e agende uma consulta:&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/consultorioonline/leonor">https://blog.psicologiaviva.com.br/consultorioonline/leonor</a></p>



<p><strong>Referências:</strong></p>



<p>AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION.&nbsp;<strong>Manual Diagnóstico e Estatístico de</strong></p>



<p><strong>Transtornos:&nbsp;</strong>DMS IV. 5ª ed. Porto Alegre: ARTMED, 2014.</p>



<p>LEVINE, Peter A.&nbsp;<strong>O Despertar do Tigre</strong>: Curando o Trauma. &nbsp;São Paulo: Summus, 2010.</p>



<p>PERES, Julio.&nbsp;<strong>Trauma e Superação:</strong>&nbsp;o que a psicologia, a neurociência e a espiritualidade ensinam. São Paulo: Ed. ROCA, 2009.</p>
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		<title>Stress: 6 sinais e sintomas de que você deve desacelerar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estresse é um mal que afeta grande parte da população mundial nos dias atuais. A correria da rotina, que não nos permite parar, está afetando cada vez mais pessoas de todas as idades. Isto porque há uma grande correlação sobre o modo como você vivencia e percebe as situações adversas ou de maior pressão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O estresse é um mal que afeta grande parte da população mundial nos dias atuais. A correria da rotina, que não nos permite parar, está afetando cada vez mais pessoas de todas as idades.</p>



<p>Isto porque há uma grande correlação sobre o modo como você vivencia e percebe as situações adversas ou de maior pressão no dia a dia.</p>



<p>A palavra estresse nos remete a algo que nos gera incômodo, a alguma coisa negativa. Mas, nem sempre quer dizer que esteja relacionado a algo ruim.</p>



<p>Na medida certa o estresse é fundamental para garantir a defesa do nosso organismo em situações de perigo agudo e de emergência ou para garantir a nossa adaptação frente aos desafios impostos.</p>



<p>Por exemplo, em situações de maior pressão nosso cérebro libera uma série reações químicas que fazem-nos adaptar a este desconforto. Então, se alguém está passando por uma&nbsp;<a href="https://andrezaebarroso.com.br/confira-8-dicas-para-evitar-o-assedio-moral-nas-empresas/">situação de pressão no trabalho</a>, o cérebro percebe e responde com alterações que farão a pessoa reagir com maior eficiência sobre este fato.</p>



<p>Porém, se o organismo se mantém sob este estado de alerta por muito tempo, podem ser gerados vários problemas físicos, como por exemplo: gastrites, enxaquecas, problemas de pele, cardíacos, entre outros.</p>



<p>E também problemas psicológicos, como&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/o-que-e-depressao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a>,&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/transtorno-de-ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtorno de ansiedade</a>,&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/sindrome-de-burnout/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">síndrome de burnout</a>, síndrome do pânico, entre outros.</p>



<p>Assim, quando o indivíduo que sofre de estresse não está emocionalmente saudável, um ciclo vicioso de desequilíbrio se mantém, ou seja, o indivíduo não consegue voltar ao seu estado normal, permanecendo estressado.</p>



<p>E, apesar do estresse não ser o causador de doenças graves, ele é um dos principais causadores de vulnerabilidade para o agravamento ou permanência das doenças com as quais possa estar envolvido.</p>



<p>É preciso sempre ficar de olho nos sinais do seu corpo para saber quando é hora de parar e desacelerar.</p>



<p>No post de hoje, você poderá conferir algumas dicas importantes sobre alguns sintomas do estresse, o que fazer para amenizá-los e viver a vida com mais tranquilidade. Acompanhe!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ansiedade</strong></h2>



<p>A&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;é um dos principais sintomas do estresse, e de modo geral pode ser considerada como uma resposta inadequada ao medo.</p>



<p>Como assim? Bem, digamos que você apresente todas ou algumas das sensações descritas a seguir: dores no estômago, coração batendo rápido, pupila dilatada, formigamento na pele, transpiração e respiração ofegante porque precisa entregar um trabalho para seu diretor.</p>



<p>Segundo Machado e Haertel (2014, p.268):&nbsp;<em>“Uma pessoa sadia regula a resposta ao medo através do aprendizado”.</em></p>



<p>O medo da reprovação de seu trabalho pode ser grande na primeira vez, mas depois se aprende que não há perigo quando seu diretor apenas solicita alguns ajustes se &nbsp;necessário.</p>



<p>Se estas sensações não cessam mesmo você sabendo disso, o seu medo, o estado de alerta ou ansiedade pode estar sendo desencadeado por perigos pouco definidos ou pela recordação de eventos que são perigosos.</p>



<p>O fato é que a ansiedade desencadeada de forma crônica se transforma em estresse e causa danos ao organismo.</p>



<p>Isto porque quando necessitamos realizar qualquer tipo de atividade sobre um ambiente estressor, os neurônios do hipotálamo, área relativamente pequena do diencéfalo, enviam sinais químicos para glândula que fica logo abaixo, a amígdala, e ela produz hormônios que se espalham pela corrente sanguínea até chegar nas glândulas que ficam acima dos rins, adrenal.</p>



<p>São pelos neurônios do hipotálamo e pelas glândulas cerebrais: amígdala e adrenal, que produzimos a adrenalina e o cortisol.</p>



<p>A liberação do cortisol na medida certa é importante para nossa sobrevivência, mas quando ele atinge altos níveis está muito relacionado ao estresse crônico, diferente da adrenalina que depois de liberada causa reações mais imediatistas no corpo, mas depois ele se restabelece com maior facilidade.</p>



<p>Então, o aumento do nível de cortisol gera problemas físicos, sendo os mais comuns as gastrites, problemas de pele, enxaqueca, hipertensão, tensão muscular, alterações no humor e no sono, etc.</p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_13451"><a href="https://conteudo.psicologiaviva.com.br/ebook-o-guia-completo-de-como-lidar-com-a-ansiedade" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://blog.psicologiaviva.com.br/wp-content/uploads/2018/05/como-lidar-com-ansiedade.png" alt="" class="wp-image-13451"/></a><figcaption>Baixe o&nbsp;<a href="https://conteudo.psicologiaviva.com.br/ebook-o-guia-completo-de-como-lidar-com-a-ansiedade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nosso guia completo</a>&nbsp;de como lidar com a ansiedade!</figcaption></figure>



<p>Paralelamente existem os fatores &nbsp;psicológicos desencadeantes da ansiedade como: a repreensão ou &nbsp;não aprovação, a desvalorização, entre outros, que podem estar relacionados a recordação de fatos desagradáveis e dolorosos que acabam fazendo com que seu organismo prepare-se constantemente para a luta ou fuga de situações de perigo.</p>



<p>Nos transtornos de ansiedade, por exemplo, o perigo pode não estar presente e, mesmo assim, resulta na ativação da amígdala, glândula responsável pela resposta ao medo.</p>



<p>Se você possui as sensações causadas pela ansiedade em situações similares com alto nível de frequência, &nbsp;e não consegue controlar este estado, talvez seja hora de buscar a ajuda com um psicólogo, o profissional especializado neste tipo de assunto.</p>



<p>Uma vez que você não busque ajuda, outros fatores vão corroborando para que seu problema aumente, já que o estresse sempre ocorre em cadeia e dentro de uma espiral de prejuízos físicos e psíquicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Irritabilidade</strong></h2>



<p>A irritabilidade é uma forma de alteração no nosso humor, associada a comportamentos de nervosismo, a falta de paciência, ao desgosto, descontentamento, entre outros, na tentativa de defender-nos ou preservar um equilíbrio saudável do nosso organismo.</p>



<p>Uma pessoa estressada tende a se sentir irritada muito mais facilmente.</p>



<p>E, normalmente a irritabilidade vem junto com a ansiedade e vice-versa, as sensações físicas inclusive podem ser parecidas, começando com o aumento da frequência cardíaca, da voz, pressão arterial, sensações de calor, podendo culminar em ações impulsivas e agressivas em relação aos outros.</p>



<p>Conforme Dalgalarrondo (2008, p. 175), estados de irritabilidade estão também relacionados a processos mentais de julgamentos e comportamentos morais, que refletem nossas inclinações e interesses.</p>



<p>Diante de fatores estressores, como &nbsp;mudança repentina de estilo de vida ou rotina seja na vida familiar, social ou física, podemos desencadear uma série de atitudes impulsivas em função da necessidade de sermos atendidos quanto às nossas vontades ou desejos.</p>



<p>Uma vez que estejamos expostos à condições que não condizem com nossos interesses, e não conseguimos controlar nossos impulsos, a irritabilidade surge provocando comportamentos de nervosismo, falta de paciência e mau humor.</p>



<p>O agravante de tudo isso é que pessoas irritadas, tendem com um certo tempo, se sentirem sozinhas em função do afastamento das pessoas de seu círculo social.</p>



<p>O circuito do estresse é como se fosse uma bola de neve, uma coisa levando a outra. Do isolamento, pode vir a depressão, por exemplo.</p>



<p>Se você se sente aborrecido por coisas que antes não te incomodavam ou percebe que perde a paciência mais rápido que o comum, fique alerta.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Insônia</strong></h2>



<p>A&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/combater-insonia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">falta de sono</a>&nbsp;também é um dos sintomas mais comuns em pessoas que estão sob o efeito do estresse. Deitar na cama e não conseguir dormir mesmo após um dia exaustivo, pode indicar um quadro de estresse ou ansiedade. Além de ser um sinal, a insônia também vai causar irritabilidade e estresse no dia seguinte.</p>



<p>Isto porque aquele assunto que o incomoda, ou uma situação na qual você não consegue mudar no tempo que gostaria, fica insistentemente “martelando” na cabeça, e o cérebro literalmente não descansa.</p>



<p>E o grande problema é que além disso, os pensamentos vêm carregados de emoções que acabam provocando sentimentos muitas vezes relacionados a raiva, tristeza, angústia, medo, entre outros, acarretando em sensações físicas como dor no peito, na cabeça, náusea, coceira e etc.</p>



<p>O corpo exposto a situações como as relatadas acima por longo período de tempo traz uma série de prejuízos no humor, memória e atenção no dia a dia, acarretando inclusive em doenças mais graves com o passar do tempo.</p>



<p>Quando a insônia é algo recorrente, pode ser um sinal de que você está vivendo um momento de estresse e precisa se cuidar.</p>



<p>Um psicólogo pode lhe ajudar a controlar e compreender melhor circunstâncias mal resolvidas e que lhe retiram a sensação de tranquilidade e&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/bem-estar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bem-estar.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sensação de cansaço</strong></h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.psicologiaviva.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cansa%C3%A7o-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-13889"/></figure>



<p>Quando a sensação de cansaço não termina, mesmo após um período satisfatório de descanso, pode ser sinal de estresse.</p>



<p>Passar um final de semana inteiro descansando, e chegar na segunda-feira com a sensação de que esse tempo não foi suficiente, pode estar relacionado a uma condição de alerta intermitente, onde mesmo em um estado de relaxamento a musculatura do corpo se mantém rija, provocando a sensação de que nunca se consegue descansar por completo.</p>



<p>Esta sensação provém da espiral que já listamos até aqui, ansiedade, irritabilidade, insônia; as três juntas ou não, tendem a provocar sensações que acarretam o cansaço crônico.</p>



<p>E, que por sua vez, podem levar a procrastinação, a falta de interesse pelas coisas, isolamento, e por aí vai, até chegar a estados depressivos e ansiosos.</p>



<p>Fique atento se o seu cansaço vem acompanhado de situações como as relatadas até aqui, este sintoma além de trazer prejuízos para o seu dia a dia, pode provocar uma série de situações que colaboram para o desenvolvimento de doenças físicas e psíquicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dores e tonturas</strong></h2>



<p>É muito comum uma pessoa que esteja sob estresse relatar dores musculares, principalmente na região do músculo trapézio, o que fica abaixo do pescoço e entre os ombros.</p>



<p>A grande correlação destas dores e o estresse é que os hormônios ACTH e Cortisol são também os hormônios do estresse.</p>



<p>Assim, a tensão muscular reduz a quantidade de oxigênio e nutrientes que deveriam chegar até a musculatura provocando as dores.</p>



<p>Assim, a tensão nos músculos de uma pessoa estressada pode resultar em dores como as da fibromialgia, por exemplo. Muitas vezes, quem sofre desse mal também relata tonturas frequentes, náuseas, dor no peito e taquicardia.</p>



<p>As dores musculares ou sensações de tontura são basicamente um dos efeitos em cascata do estresse e da ansiedade, pela liberação do cortisol e o acionamento da amígdala sem que o estímulo de perigo esteja presente.</p>



<p>Sem a devida atenção o ciclo vicioso entre estresse e dores nas costas se inicia, acarretando no efeito em cascata do cansaço crônico, insônia e assim por diante.</p>



<p>É muito importante que você esteja atento ao nível de rigidez da sua musculatura e o período que sente constantes dores pelo enrijecimento dos seus músculos.</p>



<p>Se você sente estes sintomas na maior parte do tempo, não deixe de buscar ajuda. Afinal, um problema leva a outro, não se esqueça!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Negatividade</strong></h2>



<p>Uma pessoa estressada também tende a ver o mundo com olhos de negatividade. A sensação de que tudo dá errado e de que nada tem um propósito, pode ser um dos sintomas desse mal.</p>



<p>Diante desse pensamento, também é possível notar&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/transtorno-bipolar/">variações de humor&nbsp;</a>na maioria dos casos.</p>



<p>Sob estresse as evidências ou circunstâncias da vida ao qual a pessoa está exposta estão relacionados ao seu descontentamento com algo que não vai de encontro com seus interesses ou valores.</p>



<p>Neste caso é comum notar uma circunstância que aparentemente não tem como dar errado, com um certo pessimismo.</p>



<p>Pensamentos como: “isto só acontece comigo”, “ninguém gosta de mim”, “eu não sou capaz”, entre vários outros, são gatilhos para provocar sentimentos de tristeza, angústia, raiva e medo por exemplo.</p>



<p>E então comportamentos hostis ou de isolamento acabam fazendo parte do dia a dia, tornando a vida desgostosa, infeliz e dolorida.</p>



<p>Se as situações da sua vida estão, em sua maioria, em desacordo com a sua maneira de pensar. É provável que os diversos sintomas do estresse já estejam alojados no seu dia a dia. Você tem notado algo a respeito?</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Falta de concentração</strong></h2>



<p>A falta de concentração é um outro sintoma frequente do estresse, assim como falhas de memória. O estresse deixa o cérebro em estado de alerta constante.</p>



<p>Essa condição pode fazer a pessoa esquecer de fatos e compromissos importantes ou impedir que ela foque em algo que precisa de sua atenção.</p>



<p>Estas duas funções executivas do cérebro, atenção e memória, são essenciais em nosso dia a dia, e um impacto sobre elas acaba comprometendo a eficiência da pessoa em atividades que antes para ela eram comuns.</p>



<p>Uma vez que a pessoa não consegue realizá-las, irá retroalimentar o negativismo, consecutivamente a irritabilidade, ansiedade, insônia, a sensação de cansaço, as dores no corpo, entre outros sintomas.</p>



<p>É importante ressaltar que o stress não é fácil de ser detectado, uma vez que seus sintomas são compatíveis com os de diversas outras condições e circunstâncias.</p>



<p>Por isso, é necessário observar-se e avaliar se ocorreu recentemente alguma situação particularmente estressante ou se o seu estilo de vida está exigindo demais de você.</p>



<p>Se a resposta for positiva, procure um profissional de confiança para lhe ajudar.</p>



<p>Uma&nbsp;<a href="https://blog.psicologiaviva.com.br/blog/orientacao-psicologica/">orientação psicológica</a>&nbsp;pode ajudá-lo a identificar o estresse e encontrar a melhor forma de combatê-lo. Podemos dizer que a principal ação contra o estresse é a mudança de hábitos, levando a pessoa a entender seus problemas e encarar o dia a dia de maneira diferente.</p>



<p>Dessa forma, é possível viver com mais tranquilidade e aceitar as situações de uma maneira mais leve!</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p>DALGALARRONDO, P.&nbsp;<strong>Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais.&nbsp;</strong>2a. Ed. – Porto Alegre: Editora Artmed. 2008.</p>



<p><strong>Estresse: Como funciona, sintomas e soluções.&nbsp;</strong>PORTAL G1. Link de acesso:&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/bemestar/noticia/estresse-como-funciona-sintomas-e-solucoes.ghtml">https://g1.globo.com/bemestar/noticia/estresse-como-funciona-sintomas-e-solucoes.ghtml</a>. Acessado em: 27/07/2018.MACHADO, Angelo B. M., HAERTEL, Lucia Machado.&nbsp;<strong>Neuroanatomia Funcional.&nbsp;</strong>3a. Ed. – São Paulo: Editora Atheneu. 2014.</p>
<p>O post <a href="https://www.escolavinculos.com.br/2021/12/29/stress-6-sinais-e-sintomas-de-que-voce-deve-desacelerar/">Stress: 6 sinais e sintomas de que você deve desacelerar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.escolavinculos.com.br">Escola Vínculos</a>.</p>
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		<title>Um recado especial para 2022!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2021 19:37:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Então é Natal, e o que você fez?… Tá chegando o final do ano e quem aí não se pegou pensando na sua própria existência? Natal é tempo de parar para pensar sobre como temos de fato vivido, experimentado e construído nossa existência. Estamos em um tempo de ativismo desenfreado que nos consome, ao ponto [&#8230;]</p>
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<p>Então é Natal, e o que você fez?…</p>



<p>Tá chegando o final do ano e quem aí não se pegou pensando na sua própria existência? Natal é tempo de parar para pensar sobre como temos de fato vivido, experimentado e construído nossa existência.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.psicologiaviva.com.br/wp-content/uploads/2021/12/image1-300x300.jpg" alt="" class="wp-image-25160"/></figure>



<p>Estamos em um tempo de ativismo desenfreado que nos consome, ao ponto de não conseguirmos ter em vista os valores que constituem o nosso propósito, o sentido da vida. Por isso o sentimento de angústia está sempre mais presente ao nos depararmos com esse constante vazio existencial. Ao tomar consciência de nossa existência, temos o compromisso de responder de modo livre e responsável ao apelo de sentido que a vida nos faz.</p>



<p>Como você responde a esse apelo? Que Nesse Natal possamos redescobrir o sentido da nossa existência.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://blog.psicologiaviva.com.br/wp-content/uploads/2021/12/image2-300x300.png" alt="" class="wp-image-25158"/></figure>
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